Caixa Literária Mistério

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Quando a Imaginauta perguntou a quem comprou uma Caixa Literário Mistério, estas foram algumas das respostas:

“Olha, gostámos imenso”

“Queria saber como é que está a correr a venda das Caixas Mistério, que se calhar quero mais uma!”

” Adorei a caixa”

E tu? De que estás à espera para também teres uma?

Haverão caixas disponíveis no próximo Devorador de Livros. Reserva já a tua por correio@imaginauta.net!

Devoradores de Livros #11

Está na altura de revelar o que o 11º Devoradores de Livros preparou para vocês.

A tertúlia irá realizar-se no dia 18 de Maio, na Leituria, pelas 19h. E já sabem, como de costume, depois temos um jantar opcional para continuar a conviver.

E quem é o convidado?

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João Alves (1982, Portugal) apaixonou-se pelo cinema quando viu o “Batman” de Tim Burton no grande écran. Depois de concluir a licenciatura em Biologia Marinha e Pescas, 2005, e desiludido com o mundo científico, focou-se a tempo inteiro em animação. Sem nenhuma formação na área mas com milhares de horas de tutoriais online e extras de DVDs, conseguiu iniciar a sua carreira e em 2010 escreveu, realizou, animou, editou e deu voz à curta “Bats in the Belfry” que foi exibida em festivais desde a Australia até ao Brasil e ganhou vários prémios. No verão de 2011 recebeu uma bolsa de estudo da ZON (actual NOS) para estudar animação na University of Texas em Austin onde desenvolveu a curta “Mindscape“. Quando regressou realizou o trailer para a BD “As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça & Pizzaboy II – Apocalipse“. Em 2013 representou Portugal no DISS Londres com uma versão animada de 60 segundos do filme “xXx” (2002) e em 2015 realizou a longa metragem de imagem real “Inner Ghosts” (actualmente no Kickstarter). Em 2017 escreveu a primeira longa metragem, adaptada da curta “Mindscape“, que foi seleccionada para o European Genre Forum 2017.

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Devaneios com URL 10#

10 – a verdade veio acompanhada

A realidade, essa famosa e interminável meta-narrativa, intromete-se na criação literária. À parte assuntos comezinhos como pagar as contas do mês («então, afinal não andamos aqui por amor à camisola?»), neste aspecto a Ficção Científica é especial, por inspirar-se nela, por incentivar interrogações e, a bem dizer, querer que haja cada vez mais realidade para poder subsistir (e sonhar). Uma condição anátema para alguns… mas antes ficção despretenciosa sobre um mundo paralelo ou aquele que há-de vir, do que os engodos da canalha. A hegemonização combate-se com a desmultiplicação de perspectivas. O esquecimento, com a retropectiva, a recuperação e a relembrança – afinal, o passado desaparece todos os dias. Até o mais pequeno dos passos descobre novos territórios, trilhos ignorados, aves raras, espécies em desenvolvimento – e elementos já familiares.

Ignorando nós que, talvez, seja tudo pré-calculado.

Luis Filipe Silva

Devaneios com URL #9

9 – epide(r)mias

A ficção científica também contamina. Surge em publicações de grande tiragem e jornais. Torna-se objecto de culto e interrogação. Afirma-se contra poderes instituídos. Embora não haja ainda ficção mais especulativa que a do próprio universo, inclusive perto de casa – universo do qual, aos poucos, nos vamos auto-excluindo (a FC já o tinha previsto!). Os livros, felizmente, continuam. Inovadores ou nostálgicos. Que retratam sonhos. Que antevêm passados. De autores que se celebram e outros, que se extinguem.

E depois há as estranhas aparições, que é melhor evitar…

O que anda a Imaginauta a fazer?

No fim-de-semana passado, estivemos a fazer mais uma sessão de FATE no universo do Comandante Serralves. A aventura levou os tripulantes da Dragão Escarlate até aos terrenos avermelhados de Marte. Conheceram mineiros com o “sangue cheio de ferrugem”, comeram batatas matrimoniais e impediram uma revolta contra a Aliança. Tudo isto numa sessão bem tensa, pontuada por momentos de humor e caos absoluto.

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O 9º Jantar dos Devoradores de Livros teve lugar na Leituria e pudémos aprender como se imprime uma BD (e.g. método Marvel vs método DC), como o Magic é um dos responsáveis por termos um panorama de BD em crescimento em Portugal, teorias acerca do final de Watchmen e alguns dos próximos lançamentos da G.Floy.

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Se não vieram, não se preocupem, este mês há mais:

https://www.facebook.com/events/1410631425655956/

Sangue e Poeira – Uma aventura para FATE

A Imaginauta irá estar presente no LisboaCon 2017, a convenção de jogos a realizar no dia 8 e 9 de Abril no edifício Aerlis em Oeiras.

Iremos realizar uma sessão em sistema FATE, com as personagens do RPG inspirado no Universo Serralves, Pouso Forçado. Quem quiser um pdf com este jogo pré-feito, basta contactar a Imaginauta.

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RPG – Pouso Forçado

A sessão será dia 8, começando às 20h. Poderão inscrever-se na sessão no link https://tinyurl.com/mk34jte, ou enviando um mail para correio@imaginauta.net. Não é necessária qualquer experiência prévia em jogar RPGs, nem qualquer material, nem há custo algum para os jogadores.

Poderão seguir o evento em www.facebook.com/events/390699794640456

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Poeira e Sangue

A tripulação de mercenários da nave Dragão Escarlate é contratada para se infiltrar em Marte, no seio dos sangrentos protestos que têm assolado o planeta e minado as relações com a Aliançar, sediada na Terra. Conseguirão os mercenários movimentar-se por este perigoso pântano político? Ou optarão por uma abordagem mais bélica?

Juntem-se a nós!

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8 – sobre livres (e) leituras

Livres, livros ler. Em português e vertidos para português – e inclusive um raro híbrido. Leituras de antanho e outras anunciadas (assustadoramente antecipatórias?). Talvez saltar à macaca de conto em conto? A insólita reedição (não vos acostumais a tal bicho, que, com facilidade, se extingue). Uma pausa para relembrar premiações, e atribuir outras (já notaram que este prémio de Fantástico em língua portuguesa, o único da actualidade, vai na segunda edição?). Questões de traduções e tradutores. Bizarras avistações no YouTube. E a maior história de terror dos tempos modernos

9º Devoradores de livros

A nona tertúlia dos Devoradores já tem data e local marcados  – 30 de Março na Leituria às 19h.

E sendo este o nono encontro, não podíamos deixar de falar da nona arte – a Banda Desenhada.

O convidado é o José Hartvig de Freitas

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Nas suas próprias palavras,

“Nasceu em 1964, na Dinamarca. Andou no Liceu Francês. Tem feito umas cenas de BD, primeiro na Devir, agora em todo o lado.”

Às quais nós acrescentamos: Actualmente está na G.Floy e está associado a projectos da Levoir, Panini e Salvat.

E é com muito prazer que a organização do Devoradores de Livros anuncia que o convidado, muito amavelmente, disponibilizou um exemplar de Miraclemen para sortear no dia da tertúlia. Querem mais alguma razão para vir?

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“Miracleman foi o primeiro de uma série de obras “revisionistas” que puseram em questão todos os clichés e características das histórias de super-heróis. Foi só na sequência de Miracleman, que O Regresso do Cavaleiro das Trevas, Watchmen, ou histórias como Batman Ano Um ou Piada Mortal, escritas por autores inovadores como Frank Miller ou Alan Moore, estabeleceram o cânone deste revisionismo, que aplicava a psicologia real ao universo dos super-heróis, com resultados nem sempre agradáveis, que iam da violência excessiva, da subversão social e política à psicose e sociopatia. Mas até nisso Miracleman foi revolucionário, e abriu caminho a um novo entendimento do género super-heróico, com as suas raízes no mito e na lenda. De certo modo, Miracleman pode ser visto como uma exploração daquilo que pode acontecer num mundo povoado de super-heróis, se levarmos até às últimas consequências a sua existência. Onde é que tudo pode acabar? O que pode sair dali?