Pouso forçado – Apresentação de Personagens 6

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Bartolomeu cresceu em Marte em uma família de mineiros e sempre teve um dom para lidar com máquinas e qualquer peça ou ferramenta, assim como ele sempre diz, elas cantam para ele.

Ele sofreu durante a guerra em Marte e foi parar na prisão após matar sozinho três soldados da Aliança com as mãos limpas. Bartolomeu, ao mesmo tempo em que possui uma natureza inocente, é muito forte e pode se enfurecer quando alguém tenta ferir algum ente querido.

Quando Bartolomeu ia ser transferido de sua prisão, um desastre ocorreu, matando alguns seguranças, permitindo que ele escapasse.

Seu conhecimento com máquinas foi essencial para ajudar em uma missão, quando Bartolomeu pegou uma carona no Dragão Escarlate, conseguindo a aceitação da tripulação.

Pouso forçado – Apresentação de Personagens 5

Boris

Bóris nasceu em Marte em uma família pobre e que trabalhava com mineração. Desde cedo ele sonhava em voar em espaçonaves e conquistar uma carreira como piloto espacial.

Através da ajuda de um primo distante, ele aprendeu a pilotar espaçonaves escondido e descobriu-se que ele era um verdadeiro prodígio. Pilotar está em seu sangue.

Alguns anos mais tarde ele descobriu que seu primo era um criminoso e se envolveu através de negócios sujos com um criminoso conhecido como Barão. Procurando investigar mais sobre o trabalho de seu irmão, ele acabou se metendo no caminho do Barão, que após alguns desentendimentos, acabou contratando Bóris.

Bóris se mudou para a lua de Europa e se tornou um jovem contrabandista responsável pelas melhoras fugas do espaço de Júpiter a bordo da Dragão Escarlate.

Pouso forçado – Apresentação de Personagens 4

Abram alas para a Bárbara.

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Desde criança que Bárbara vive no meio da ralé da sociedade, entre indigentes e criminosos. Ela nasceu em Vênus e foi adotada por um mercenário após sua família morrer.

Sempre foi fascinada por armas e essa paixão se intensificou ao trabalhar com seu pai adotivo em vários de seus empregos como um mercenário de arma-de-aluguel.

Bárbara está sempre procurando uma forma de ganhar mais dinheiro e tentar acumular uma reputação intimidadora entre os piratas espaciais. Ela aparenta ser muito certa da cabeça, provavelmente com alguns problemas psicológicos.

Ela se mudou atualmente para a lua de Europa e rapidamente ficou conhecida por seu estilo nem um pouco sutil de lidar com problemas. Ela possui vários contatos entre os piratas e criminosos do espaço de Júpiter.

Ela entrou para a tripulação do Dragão Escarlate quando estava em um trabalho para eliminar um dos mercenários (a revelar), porém ela foi enganada por seu antigo parceiro de caça que ficou com a maior parte do dinheiro. O que aconteceu? Ela aceitou a proposta de ganhar mais dinheiro trabalhando junto da tripulação.

Feliz 1º Aniversário!

A Imaginauta faz um ano hoje!

E que ano este!

No projecto Serralves lançámos um livro, um EP e um conjunto de fantásticas ilustrações. Mas não nos ficámos por aí, em breve lançaremos um RPG também inspirado neste universo com personagens novas e paisagens nunca antes visitadas.

Lançámos também o projecto das Bibliotecas Fantasma, que aos poucos vão fazendo aparições por todo o país, levando a literatura de ficção especulativa a todos e de graça. Contamos já com centenas de downloads. Para além do cartaz com Clássicos da Língua Portuguesa e do com contos Steampunk, o Imaginauta já anda com um novo tema no forno. Consegues adivinhar qual?

No Natal fizémos a campanha online Operação Livro no Sapatinho e metemos a blogoesfera a falar de presentes literários. Quantos terão recebido ou oferecido livros no Natal?

Não nos podemos esquecer também dos Almanaques Steampunk 2012 e 2013 que trouxemos de volta aos escaparates, para todos aqueles que ainda não tiveram o prazer de os ler.

Proximamente, andamos já a preparar a nossa participação no SciFiLx 2015, entre outras ideias.

Que gostavam que a gente fizesse no novo ano de existência que começa agora?

Digam-nos nos comentários.

“Estantes emprestadas” – Comunicado

Postagem no seguimento da rúbrica “Estantes Emprestadas” do blog “Que a estante nos caia em cima”

A seguinte mensagem encontra-se encriptada pela Aliança, qualquer tentativa de desencriptação não autorizada será considerada um crime lesa-Humanidade e punido de acordo com a lei.

A última remessa de livros enviada levantou-me bastantes preocupações. Em geral, na minha opinião enquanto especialista cultural, todos eles devem integrar a lista de Itens Culturais Perigosos sem possibilidade de adaptação. O relatório em anexo deverá seguir o mais rapidamente para o Gabinete da Cultura. De qualquer maneira, deixo-te aqui algumas considerações para teres uma ideia do que com que estamos a lidar.

Primeiro de tudo, estão escritos em português, uma língua arcaica e bárbara, com demasiados sinónimos, verbos irregulares, ordens sintáticas variáveis, diferenças gritantes entre a escrita e a oralidade e com inúmeras excepções às regras da própria língua.

As intermitências da Morte
– José Saramago

Se a língua portuguesa já é a salganhada que é, este livro eleva-a aos pícaros da falta de tino ao abastardar todas as normas de pontuação. Nunca li nada assim em toda a minha vida.

O enredo trata do que aconteceria se as pessoas não morressem. Considerando os rumores de imortalidade do terrorista de nome Serralves, penso que a temática deste livro é particularmente perigosa.

Se não fosse esse o caso, a crítica social presente na história, apesar de feita através de fantasias, poderia ser adaptada pelo Gabinete da Cultura para reflectir os defeitos das dos selvagens que renunciaram ao plano da Aliança para se esconderem nos buracos imundos a que chamam de cidades.

Terrarium: um romance em mosaicos
– Luis Filipe Silva e João Barreiros

Eu não chamaria isto de um romance, mas de um delírio por escrito.

Um dos aspectos que consideraria mais perigosos é a obsessão de toda a trama por livros antigos, de outras épocas anteriores à exploração espacial. Acaba por legitimar, falsamente, todos aqueles que insistem em tentar recuperar a cultura pré-Aliança. Cultura essa que ambos bem sabemos por onde levou a Humanidade. Para além disso, esses livros aparecem sempre por canais não oficiais, de maneiras mais ou menos ilegítimas. Penso que não é preciso discorrer mais sobre esta tema, sendo as suas implicações tão óbvias.

Outra questão que me levanta preocupações é a convivência de seres humanos com criaturas extra-sistema solar. Os jovens que não participaram nos horrores da Guerra contra os plissados podem encontrar aí terreno fértil para uma atitude de maior tolerância para com os nossos inimigos . Só a ideia de empatizar com um plissado, ou outra criatura igual, é extremamente errada e perigosa.

Não é possível qualquer aproveitamento deste escrito e todos os exemplares encontrados devem ser destruídos de imediato.

V de Vingança
– Alan Moore

Esta novela gráfica é um panfleto ignóbil, asqueroso, perigoso, que não tem senão como objectivo influenciar as mentes fracas para um mundo horrível do qual tanto queremos escapar.

Fiquei bastante perturbado pela leitura desta propaganda pró-selvajaria que se alguma vez chegar às mãos erradas, só poderá converter-se num foco de problemas.

A personagem principal é um terrorista anarquista teatral, sem qualquer valor pela vida humana que pelo terror pretende convencer a população a revoltar-se contra um governo opressor. É uma clara distorção de todos os valores que se querem para uma sociedade moderna e evoluída. Até a tortura é usada como método válido de converter uma rapariga influenciável para a causa mórbida do terrorista. Todos os actos e frases do terrorista são simbólicos e pretendem atentar contra o mundo mais justo, mais igualitário, mais padronizado. Todo o carisma da personagem desta história tentam mascarar o facto de que ele é o verdadeiro vilão. Não são incomuns as passagens em que o terrorista reeduca a jovem influenciável que falei anteriormente, sendo claro o propósito do autor de reeducar o leitor da história.

Dever-se-á ter em atenção ao surgimento de mais escritos deste Alan Moore, para que sejam subtilmente, mais o mais rápido possível, retirados do mercado. Use os fundos que forem necessários para comprar tais obras.